AUTORES INSCRITOS

Adelaide Barbosa, (Portimão, Portugal), Adelaide Moça, (Porto, Portugal), Adrian Bayreuther, (Eschborn, Alemanha), Alberto d'Assumpção, (Guimarães, Portugal), Ângelo Vaz, (Vila do Conde, Portugal), Aníbal Alcino, (Viana do Castelo, Portugal), Anna Morales Puigcerver (Barcelona, Espanha), (António Agante, (Coimbra, Portugal), Bernardino Costa, (Vila do Conde, Portugal), Carlos Godinho, (Estremoz, Portugal), Cassio Melo, (Brasil), Constância Néry, (Brasil), Constantin Severin, (Roménia), Delfina Mendonça, (Lisboa, Portugal), Dina de Souza, (Porto, Portugal), Francisco Serra, (Portugal), Irene Pissarro, (Lisboa, Portugal), Izzabella Pavlushko, (Azerbaijão), J.Valcárcel, (Orense, Espanha), Joaquin Manzano, (Arévalo, Espanha), José González Collado, (Ferrol, Espanha), Luis Berrutti (Madrid, Espanha), Luis Soares, (Cascais, Portugal), Kim Molinero, (Lisboa, Portugal), Mari Cármen Calviño, (Corunha, Espanha), Maria Franco Docavo, (Barcelona, Portugal), Maria Tereza, (Lisboa, Portugal), Miguél Ângel Gonzálvez (Barcelona, Espanha), Neiro, (Barcelona, Espanha), Nikolay Pavlushko, (Azerbaijão), Octavi Intenti, (Barcelona, Espanha), Olga Dmytrnko, (Ucrânia), Pedro Bueno Salto, (Corunha, Espanha), Pedro Charneca, (Lisboa, Portugal), Pedro Morillo, (Madrid, Espanha), Rádio Zurich, (Granada, Espanha), Sara Garrote (Chuca) (Corunha, Espanha), Tareixa Barrós, (Corunha, Espanha), Trixi Jahn (Nuremberg, Alemanha).

terça-feira, 29 de setembro de 2009

AO REDOR DO TOURO


O Touro através da Mitologia e a História

Numa várzea sobre que soluçava o mar, apascentava Europa a sua boiada branca. Ao sol eram de noite os seus cabelos, ao luar eram sóis os seus olhos.
Dum pastor das manadas reais ouvia rezas de amor e para ali vivia contente com o seu ingénuo menestrel e os seus santos boisinhos. Uma tarde deu no rebanho com a cabeça a mais. Cor de espuma, nédio como um veludo, do rei à certa o toiro tresmalhado.
Tinha no olhar negruras insondáveis, duma melancolia tamanha que enterneceu a fenícia. Pô-lo a comer no regaço e desfolhou sobre ele grinaldas do prado.
O toiro mugia, requebrava-se numas denguices tais, que deram ousio à pastora para lhe saltar em riba.
Toiro – agora o vereis. Bota-se à água e lá vai nadando, nadando, depositar o precioso fardo sob um laranjal florido de além mar.
Quando cobrou os sentidos viu-se nos braços de um moço mais mavioso que a frauta do pegureiro. A pastorinha caíra na esparrela do D. Juan do Olimpo.
Esta incarnação de Júpiter endeusou o toiro. A crença ergueu-lhe áureos tabernáculos, e a arte topou o símbolo ansiado da formosura viril, da energia reprodutora.
Os bronzes helitas são o missal deste culto idólatra à magestade imponente do toiro. Do duelo prolongado entre o homem e o boi selvagem formou-se um ciclo lendário, com Teseo, o seu rei Artur. Centauros talavam como avalanches regiões inteiras, semideuses velavam armas e saíam a abarbar os monstros.
No Alto Nilo os Remsés amatilhavam toiros e pelos anfiteatros de Roma o seu mugido vibrou como um clarim raivoso.
A Idade Média com seu génio bulhento, a índole de quem germinou no ventre de Messalina, fecundada por um gladiador, coligia todos estes esboços de luta, e quando já não tinha moirama para alcançar criou o toireio, a arte de ser valente, de ser gentil, de ser sanguinário.
Os barões goliardos já não tinham as canas, as alcanzias, os torneios, com que recrear as damas e ganhar-lhes o coração?
O homem das primeiras idades ataca o toiro com a rena, o mamute, por instinto de conservação; o homem histórico fá-lo a rês predilecta das suas montarias; o homem culto cria a arte dos cambapés e da audácia para negacear a força impávida. O machado de sílex, a flecha e o laço, o estoque e o rojão.
A fidalguia aborrecida das peloiradas na África, e de gandaiar por esses mundos de Cristo, atirou-se a esta nova fórmula da galantaria e do denodo.
Era uma justa de valentias, uma Terra Santa de glórias em que se praticavam façanhas e se grangeavam nomes e mulheres.
O Cid, Carlos V, Pepino, o Breve, D. Sebastião, ganharam renome de lidadores.
A Idade Média das banzas enamoradas, das távolas, dos paladinos galhardos, não podia ver bocejar a boca vermelha das mulheres. Vieram pois as toiradas com o sangue a espadanar, a vida vacilando na cornadura das feras, a coragem pairando do alto dum sorriso sereno. É esta a fase mais brilhante do toireio, fidalguesco, privilegiado, a que a plebe era completamente admitida para claque.
A Península era chão fértil para o toireio. Como um espirilo assim ele invadiu a vida ibérica, empedernindo-lhe o temperamento nas gradações rubras do tradicionalismo, da cólera, do amor, dos sentimentos todos.
Os Amadis, os Quixotes, para serem completos, deviam ser toireiros. Os dois povos, quando citam os heróis, não se esquecem de Frascuelo e do marquês de Marialva.
Toirear era uma imposição das fidalguias, como ir à Terra Santa fora um dever de consciência religiosa.
Para os nobiliários foi um capítulo a mais. Dessa guerra brilhante ao toiro ressalta o conde de Villamediana.
Filho de português e andaluza, era tão temível a sua língua como a sua espada.
A matar toiros, a matar homens, a conquistar mulheres, era sempre o mesmo homem de punhos de renda imaculáveis, de eterno e imperturbável sorriso à flor do rosto.
Semeava dobrões às rebatinhas, e a fecundidade do seu espírito provocava os louvores de Cervantes. Quando passava, dizia o povo:
- Lá vai o conde!
O povo quando aponta, admira; Villamediana era um ídolo.
As suas aspirações voaram tão alto que chegaram à alcova de Isabel de Bourbon, mulher de Filipe IV. A rainha Isabel era uma francesa e uma francesa tributa-se a tudo o que é grande, que está acima.
Para o conde não existia impossível, conduzindo-se sempre na linha recta das suas paixões.
Gostava de uma mulher, havia de tê-la, conquistasse-a embora a madrigais ou à ponta de espada.
Os homens assim davam-lhe as esposas, como as Sabás se davam ao padreador Salomão.
A sua impetuosidade chegava às vezes a ser imprudente, mas sem baixar das alturas incomensuráveis do cavalheirismo.
Um dia representava-se no paço uma comédia sua. A rainha, perdida e achada por teatros, era a protagonista. A uma certa altura, a rainha baixava no palco, alada, silfidicamente, de um nevoeiro de cassa.
Villamediana então largou o fogo às bambinelas, e o maquinismo incendiou-se; pânico geral. Só o conde teve cabeça para salvar a soberana, fugir com ela, quase nua, desmaiada, para um dos extremos do Alcácer. Na arena era aclamado como um herói dos Méxicos.
Um dia solenizava-se em Madrid o nascimento duma infanta. Um programa variado e a infalível toirada.
A Plaza Mayor regorgitava.
Das balaustradas, dos telhados, das varandas debruçavam-se cachos enormes de gente. Sobre colgaduras que o sol brunia, a corte, os punhos dos espadins e as jóias cintilando como raios prisioneiros.
Pelo azul alava-se a nuvem sussurrante, o fumo do sangue espanhol, ansioso por sangue, valentia, gentilezas.
O espectáculo abriu com o duelo de um tigre com um toiro. Depois os peões e bandarilheiros entraram na arena, as cores do trajo, descantando-se ao poente.
Os guisos dos corcéis emudeceram e o cornúpeto entrou. Entrou fungante, vibrando como um vime, as vértebras a zebrarem a epiderme nédia das lezírias.
Peões e bandarilheiros desertaram acossados. O animal era um demónio vivo, saltos de tigre e ímpeto de leão.
O sangue espanhol, de impotência, tinha apoplexias. Mas Villamediana rompe na praça, sumptuoso, grande como um deus. O seu trajo era dum arrojo incrível e um madrigal espirituoso à rainha. Justilho, capa, chapéu, vinham recamados de reales, dos reales com a efígie de D. Isabel, e sobre o tiracolo sanguíneo lia-se a divisa doirada: mis amores son reales.
Na balaustrada em que escorriam damascos passou o galvanismo do assombro: a rainha corara muito, o coração em grandes palpitações como se quisesse saltar fora.
O toiro investiu: Villamediana esperou-o a pé firme e numa lançada inconcebível deitou-o a terra.
Na manhã seguinte, pagavam-lhe a estocada em beijos, os últimos daquele céu aberto, perdido à noite, sob o punhal anónimo das trevas.
Villamediana é dessa plêiade doida, quixotesca ainda, perversa por atavio, em que cavalheirescamente alternavam o espadim e o rojão. A par deste, só o marquês de Niza.
No começo do século XIX, a capital era uma matrona muito recatada, que só de bioco punha pés na rua, digeria trintários como uma leoa, e espreitava dos ralos verdes o corso das peraltas.
Uma manhã, ruminava ela Chiado abaixo, a missa de S. Roque, quando um taful, cruzando, lhe beliscou audaciosamente a carnosidade do braço.
Os magriços saíram à barra: o libertino abriu duas sepulturas e deformou para todo o sempre um quinteto de focinhos.
A Távora encolheu as unhas, e o bonifrate passou, terrífico, flamante, como um demónio de barrete encarnado.
A honesta matrona benzeu-se lá no fundo das gelosias, considerando, para ela e para com Deus, que o estúrdio dava um galhardo pagem, para na penumbra das igrejas lhe tomar das mãos o marfíneo livro das Horas.
Um nome andava de boca em boca: marquês de Niza. Nome que trazia aliada à magia dos encantos perversos a aversão das irreverências desbocadas.
O marquês era um gentilhomem de raça e de espírito, que floreava ao pé de Garrett e era querido das viscondessinhas como um felino de grandes ternuras e perigosas garras.
Espartilhava-se, tinha ademanes de cornaca de homens, e ia pelos braços das mulheres fáceis aos Te-Deum da Sé.
Uma praga de Voltaires, alagando Lisboa, não causariam o terror sagrado da Sociedade do delírio, de que ele era o regente.
Os botequins ficaram assinalados desta horda de valdevinos, com mão larga para dissipar e fazer tudo em cacos na nevrose final da estroinice.
As cortesãs nadavam num Nilo de abundâncias, com lacaios solertes, sedas preciosas, dinheiro em barda.
O marquês era o rei da boémia. As suas fantasias envergonhavam as de Heliogábalo.
Uma noite entrou no Price, trajado de mulher, pelo braço de uma rameira travestida de homem.
Banhava-se em Champagne, e conta-se que uma vez ferrara a prata o ginete de passeio.
Valente calção, rebentava pelas lezírias cavalos à rédea solta, e nas arenas brincara com a pêra, com o garbo e a graça serena que os salões lhe conheciam. Numa corrida em Alhandra, lidou um boi com punhais malaios nas hastes: afocinharam dois corcéis, a vitória por fim poisou-lhe no rojão.
Devia ter morrido, com um evohé! na garganta e uma Berenice ao lado, ingerindo lumes prontos.
O toireio profissionalisa-se. A corrida de toiros tornara-se uma necessidade e o pulso patrício cansara.
Na Espanha, a arte da gineta cai sob a inovação da vara larga empunhada pelo magarefe e o latagão das lezírias, restando um espectáculo picaresco de matadouro.
Os aventureiros chovem na arena, escalando honrarias até abancarem no Senado e fitarem de frente olhos de princesas.
E vê-se essa Espanha, lindamente selvagem, acorrer às Puertas del Sol cobrir de vivas – vivas! – o cadáver escornado de Espartero, e não tirar o chapéu ao féretro de Castellar, uma das maiores celebrações modernas.
Pepe-Hilo está à frente desta arte, gananciosa, temerária, de cartel.
De operário guindou-se a magnate, tendo à farta duros, mulheres e palmas.
As manolas morriam por ele, e senhoras nobres por ele jogaram o pugilato, em plenas ruas de Madrid. O príncipe da Paz dava-lhe ufanamente o braço.
Ser amante de Pepe, era uma honra que os maridos desfraldavam.
Uma estocada falha a vuelapie, cravou-o nas hastes do boi. Pepe foi endereçado ao céu pela extrema-unção de um cura que chorava como uma vide.
Deixou no seu rol épico, umas setecentas mortes de toiros, não sei quantos duelos e cerca de trinta suicídios de muchachas.
Quando Guerrita anunciou que ia cortar a coleta, o céu azul de Espanha denegriu-se, as almas vestiram luto das calamidades públicas, enormes.
Este toireiro era o rei das calles.


AQUILINO RIBEIRO

in ILUSTRAÇÃO PORTUGUESA – 16/XI/1908

DIZEM QUE VÊM OS TOUROS

TEREZA BARRÓS

REBECA T. GÓMEZ CARPIZO


CUERNOS
técnica mista
4 peças
53x53
2009
500

EXPOSICIONES
2009
Feria de Arte Contemporáneo. Sala de Exposiciones de San Martín Arévalo, Ávila
2008
Feria de Arte Contemporáneo. Sala de Exposiciones de San Martín Arévalo, Ávila
2006
Artistas Abulenses. Sala de Exposiciones de San Martín Arévalo, Ávila.
2003
Artistas Abulenses. Sala de Exposiciones de San Martín Arévalo, Ávila.
2002
Flores Casa del Concejo de Arévalo, Ávila.
1999
Exposición colectiva “Ciudadanos” en el Centro Cultural S. Juan Bautista, con Jaime Sánchez,
Mariano Pintado, Eva Bekier, Mirella Varas y L-na Lago.
Exposición individual "Marraskiak" Casa del Concejo de Arévalo, Ávila.
1997
Exposición colectiva en la Casa de la Cultura de Medina del Campo, Valladolid. Con Joaquín Manzano,
escultor.
FORMACIÓN ACADÉMICA
2004
Licenciada en Bellas Artes por la Universidad Complutense de Madrid, en la especialidad de Diseño
(diseño gráfico, diseño escenográfico y diseño objetual).
2003
Beca Erasmus en el Politécnico de Milán, Diseño Industrial. Cursando interiorismo, iluminación
y escenario del producto.
Seminario "Packaging" impartido en la Universidad Complutense de Madrid.
Seminario "Escenografía" impartido en la Universidad Complutense de Madrid.
Seminario "Tipografía" impartido en la Universidad Complutense de Madrid.
2002
Seminario de "Papel" impartido en la Universidad Complutense de Madrid..
2001
Jornadas “El diseño como proceso” Universidad Complutense de Madrid.
Presentación del libro “El Diseño Español”, estudio del Ministerio de Economía.
1998
Ciclo Formativo de Grado Superior de “Técnico de producción en Industrias de Artes Gráficas”
(preimpresión, impresión y post-impresión) cursado en I.E.S. “Virgen de la Paloma” en Madrid.

EXPERIENCIA LABORAL
Actualidad
Directora de Arte en rubineRED, diseñando logotipos e imagen corporativa, haciendo
gráfica publicitaria, web, e-mailing y apoyando graficamente en eventos.
2009
Directora de Arte en Hachemarketing, diseñando logotipos e imagen corporativa, haciendo
gráfica publicitaria, web, e-mailing y apoyando graficamente en eventos.
2007 actualidad
Profesora de Pintura en la Obra Social de la Caja de Ávila y cordinadora de los talleres del Centro
Cultural San Martín Arévalo
2006
Diseñadora gráfica en Libra artes gráficas, componiendo cartelería y folletos de productos de
cosmética y perfumería, Gucci, Dolce & Gabbana, Valentino, Boss, Escada, Rochas…
2005
Creativa en Streamwind, S.A., responsable de la marca de ropa Viridianna, diseñando los distintos
modelos, sus grafismos, etiquetado y toda la imagen corporativa en general y, haciendo un
seguimiento de cada producto, desde el diseño final, pasando por el prototipo, hasta su llegada
a la estantería de la tienda.
2004
Diseñando diferentes logotipos, imagen corporativa, carteles, folletos, maquetación de revistas y
libros, principalmente para organismos como la Diputación, el Ayuntamiento y la Cámara de
Comercio de Ávila, siendo responsable desde el diseño a la producción, tratando directamente
con el cliente, y con los distintos procesos de producción.
2001
Diseño, reproducción gráfica y filmación en Ovelar, S.A. empresa dedicada a etiquetas, rollos
y señalización, para hipermercados como Carrefour, Hipercor, Caprabo...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

GRIÑON

TOURO
acrílico sobre tela
30x25
450


VER OU OLHAR / SÉRIE O TOURO IBÉRICO
12.000


NOMBRE: Griñon
FECHA DE NACIMIENTO: 2 de Agosto de 1962
PROFESIÓN: Pintura, ilustración y fotografía.
POBLACIÓN: Pedrezuela
(28.710-EL MOLAR-MADRID)



EXPERIENCIA: En la revista que se edita en la zona norte de Madrid PAGINA-1, galardonada esta en Mayo de 2008 con varios premios por la AEEPP, (Asociación de editores de prensa en España), en redacción, desde la número 0 (Mayo 2005) hasta la número 12 (Septiembre 2008), en la sección de Músicas del Mundo. Fotografía con Gabrielux de la portada doble en la número 9 (Diciembre de 2007), fotógrafa en reportajes de viajes y publicidad, ilustraciones para reportajes y narrativa………..

Presentación en concursos de fotografía, seleccionándolas para exposiciones en la casa de cultura y el Hotel La Parada del Rey de Miraflores de la Sierra, la casa de cultura de San Agustín del Guadalix y en el Café del Arte y la Comedia de Pedrezuela.

Exposición de pintura en grupo con, fotógrafos (Rosaura y Gabrielux), pintores (Berrutti y Charo Villa) y el escultor (Jesús Primo) en la sala S. Morillo de Villavieja del Lozoya del 31/01/2009 al 01/03/2009.

Exposición internacional de fotografía, pintura y escultura en la sala S. MORILLO de Julio a Septiembre de 2009.

CURSO MAGISTRAL:
La vida a través de las ópticas. Periodismo gráfico: más allá de lo ordinario. impartido por la UIMP (Universidad Internacional Menendez Pelayo).

PROFESORES DEL CURSO:
Dña. Juana Arias-Lutzky
Dña. Dayna Smith

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

JOSÉ LUIS BUSTO

92x73 cm
920


José L. Busto nace en Ponteceso A Coruña en 1939, emigra a Uruguay a la edad de diez años, en 1958-70 realiza estudios en Bellas Artes - Artes Aplicadas, posteriormente se vincula a distintos talleres. En 1979 realiza sus primeras exposiciones a nivel profesional.
En 1980 viaja a España con diversos encargos del orden paisajístico, expone en La Coruña. Entre los años 1979- 2008 realiza numerosas exposiciones tanto colectivas como individuales en Sudamérica y España siendo premiado en varios salones.
FORMACIÓN COMPLEMENTARIA »Curso de Cerámica por el profesor D. López Lomba en »Montevideo. »Participa en el Taller del pintor Alceu Ribeiro y en el estudio de Lincoln Presno Montevideo.»Curso de Batick en la Academia de Bellas Artes de Montevideo. »Curso de Grabado en Club de grabado, Montevideo.»Curso de Talla de Madera, Montevideo.EXPOSICIONES
1979 -*
Patronato da Cultura Galega Individual *Cantegril Country Club (Punta del Este)
1980 -*
Galería Losada Individual ( * Círculo de Artes y Letras “ Angel Falco “ )* Galería Fratelli (Coruña) Individual
1981 -*
Centro Español de Maldonado Individual * ( Centro Gallego de Montevideo* Casa de Asturias )* Galería San Felipe y Santiago ( Montevideo )* XXIX Salón Municipal Montevideo
1982 -*
XLVI Salón Nacional de Bellas Artes ( Montevideo )* III Salón de San José ( Uruguay )* I Salón de Maldonado ( Uruguay )* Cantegril Country Club ( Punta del Este ) Uruguay* Exposición y venta solidaria con la República de Argentina adeudo al conflicto de las Islas Malvinas
1983 -*
Galeria “Arte Novo” (Punta del Este)* Galeria “Via Venetto”*Círculo de Artes y Letras “Angel Falco” (Montevideo)*XLVII Salón Nacional de Bellas Artes
1984 -*
XLVIII Salón Nacional de Bellas Artes (Montevideo)*XXXII Salón Municipal de Montevideo *Patronato da Cultura Galega Individual *Galeria “Centro de arte de GaliciaBS.AS. Individual*Galeria “Witcomb” (Buenos Aires)*Universidad Nacional Patagónica (Chubut) Argentina*Centro Gallego de Comodoro (Rivadavia) Argentina*Ronda de Artistas - Palacio Municipal
1985 -*
Salón de Soriano* (Uruguay) *Salón Embajada de Chile *(Uruguay)*Galería Zira Guichón (Uruguay)*Galería Ceriani (Montevideo)*Casa de la Cultura en Santa Lucía (Uruguay) Individual*Club del Grabado de Montevideo*Galería Zira (Montevideo)*VI Salón de San José (Uruguay)
1986 -*
Doble muestra Galería Zira Guichón (Montevideo)*Ronda de Artistas - Palacio Municipal (Montevideo)*Círculo de Artes y Letras “Angel Falco”(Montevideo) *Casa del Autor
1987-*
75 Años Teatro Macció (San José) Uruguay*Galería del Ejido (Montevideo)*Galería Zira Guichón(Montevideo)*Asociación Cristiana de Jóvenes (Montevideo)*42 Aniversario de la tragediade Hiroshima y Nagasaki*Los plásticos por la paz (Montevideo) *Movimiento por la vida y por la paz contra el horror nuclear (Montevideo)*Automóvil Club del Uruguay*29ª Semana de San José (Uruguay)
1988 -*
Bienal de Soriano (Uruguay)*Mercado de los Artesanos - Ciudad Vieja (Montevideo)*Doble Muestra Galería Zira Guichón (Montevideo)*1º Encuentro Rioplatense por los Derechos Humanos (Montevideo)*Galería Prevosti (Montevideo)*Cabildo de Montevideo- Homenaje al Tango *Centro Gallego de Montevideo
1989 -*
Asociación de Funcionarios Portuarios (Montevideo) *Club Neptuno Montevideo *Sala Vaz Ferreira - Biblioteca Nacional de Montevideo
1990 -*
Doble Muestra Galería Zira Guichón (Montevideo)
1991 -*
Doble Muestra Galería Zira Guichón (Montevideo) - Alianza Francesa (Vigo)
1992 -*
Asociación Cultura “Río Allons” ( A Coruña)
1993 -*
Aula de Cultura de Caixa Ourense (O Barco de Valdeorras)Individual
1995 -*
Casa da Cultura - Casa Charry (Oleiros - Coruña) Individual
1996- *
Casino del Atlántico ( A Coruña ) Individual
1997- *
I I I Bienal de Pintura Vilanova de Arousa
l998- *
V Bienal de Pintura ( Boiro)
1999- *
XI Edición Lugonova (Lugo) *XIV Exposición Itinerante de Pintura Fed.Esp. de Circ. y Casinos Culturales ( M. De E. Y Cultura )Exposición Individual ADAG (A Coruña ) – I V Certame de arte “ Galería Burela”
2000- *
V Certame de arte “Galería Burela “ – VI I Bienal de Pintura BALCONADAS de Betanzos
2001- *
V I “ “ “ “ “ - X X Concurso Nacional de Pintura Fed.Esp. de Circ. y Casinos Cul.
2002- *
Galeria SOLOARTE ( Coruña )
2003- *
VI I I Certame de arte “Galeria Burela” arte *NOVA – RUA ( Lugo)
2004- *
IX “ “ “ “ “ I X Bienal de Pintura BALCONADAS de Betanzos * Pub “ EL TALLER (A Coruña)
2005- *
Certame de arte “ Galeria Burela -*Marco arte A Coruña
2006- *
Victor Gonzalez Rial A Coruña –*X Bienal de Pintura BALCONADAS de Betanzos A Coruña
2007- *
Adega “Art Natura” exposición itinerante- *Asoc.Hípica de A Coruña
2008- *
XXVIII Concurso Nacional de Pintura(Fed.Esp-Casinos Culturales)* XI Bienal de Pintura Balconadas de Betanzos * Galeria de arte San Vicente * Fed.Esp. Circ. Y Casinos Culturales ( Exposicion Itinirante ) *Global Present Art (Barcelona) * Frankfurt Buchmesse.
2009- *
Galería Geraldes Da Silva (Porto)
PREMIOS
Premio Adquisición I Salón de Soriano en (Uruguay).Mención de Honor en I Salón Embajada de Chile; Montevideo (Uruguay).Mención de Honor en I Salón de Artistas Portuarios; Montevideo (Uruguay).Primer premio de Pintura I Salón de Asociación Cultural "Ríos Allons"; A Coruña.Segundo Premio de Pintura "XI Edición Lugonova 98 Cervo-Lugo

ANTÓNIO MARIA

NA SAÍDA DO CAPOTE
acrílico sobre tela
89 x 130
1.500


Natural de Vila Viçosa – 1946
“A grandiosidade das pessoas pode também ser sinónima de pequenez...”.
Pintar e desenhar é para mim aquilo a que chamo de libertação do pequeno e do grande.
É realmente a sensação de viver num mundo enorme cheio de coisas belas, mas ao mesmo tempo tão pequeno, ínfimo mesmo, “perdido” no desmesurado e grandioso Universo.
O meu autodidactismo nestas coisas da expressão plástica faz-me sentir tão liberto desse pequeno tão grande ou desse grande tão pequeno...
António Maria


O calor de África, as cores do Alentejo, a tristeza do ser que somos todos nós, o querer sair do casulo da existência apesar de condicionado pelos traços rectos das pressões de toda a ordem, são estas, entre outras, as emoções que vivo quando desde a primeira vez contemplei a obra do meu querido amigo António Maria.

Que continue a emocionar-se com as suas telas, no mundo que treme de frio por falta do calor dos Homens.
Carlos Pina 2003

Exposições individuais e colectivas

1997 Ericeira
Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva
Batalha
Artes 97 - Expo Salão

1998 Sobral de Monte Agraço
Galeria Municipal de Exposições
Torres Vedras
Encontr’ Arte 3
Ericeira
Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva
Torres Vedras
Espaço Auto – Carruço
Figueira da Foz
27º Festival Internacional de Cinema

2000 Torres Vedras
Fábrica das Artes “ 750 anos do Foral de Torres Vedras “ (colectiva)

2001 Torres Vedras
Fábrica das Artes) “ Jesus Cristo “ (colectiva)

2002 Torres Vedras
Fábrica das Artes “ Percursos no Feminino “

2003 Torres Vedras
Rotary Club de Torres Vedras
Lisboa
Espaço Picoas Plaza
Lisboa
Clube Nacional de Artistas Plásticos (colectiva)

2004 Sobral de Monte Agraço
Galeria Municipal

2005 Lisboa
CNAP – Patriarcal - EPAL
Cartaxo
40 anos da Banda “ Os Charruas “

2006 Torres Vedras
Estado das Artes

2007 Lisboa
Galeria Hibiscus – Sede da Caixa Agrícola
Paço d’Arcos
Galeria Hibiscus – Espaço Brilho & Centelha

2008 Lisboa
Espaço C. Santos
Sobral de Monte Agraço
Galeria Municipal
Ericeira
Junta Turismo

2009 Porto
Galeria 74

Obras em espaço público

Biblioteca Municipal do Sobral do Monte Agraço
História do Sobral – Painel em madeira (2.80m x 0.80m)

Escola Secundária de Madeira Torres
Viagem de Memórias – painel em madeira (políptico) – (3.60m x 0.90m)
O professor e os meninos do colégio interno (díptico) – (1.00m x 0.80m)

Câmara Municipal de Torres Vedras
As Termas dos Cucos – serigrafia

Câmara Municipal de Sobral
Museu do Vinho – painel em tela / madeira (2.00m x 2.40)

Várias obras em colecções particulares


ÓSCAR ALMEIDA

SERENATA
Acrílico espatulado S/tela
50x70 cm
450
COIMBRA
acrílico s/tela

50x70 cm
450

RUA DA SOFIA
Acrílico espatulado s/tela

50x70 cm
450



Óscar Almeida, nasce em 1951, em Luanda. No seu percurso académico passa pela Escola de Artes Decorativas António Arroio em Lisboa, onde em 1969, concluíu o curso de Pintura Decorativa e a Secção Preparatória às Belas Artes. Contudo, opta por seguir o curso de engenharia civil cuja Licenciatura veio a concluir na Universidade do Porto em 1976.Embora a sua opção profissional não estivesse directamente ligada às artes plásticas, era no entanto uma área que o fascinava e atraía. Nesse sentido manteve uma forte ligação ao seu estudo e desenvolvimento, produzindo obras sempre que a disponibilidade profissional o permitia, quer através do desenho, quer através da pintura.Tem pintado a óleo, aguarela, pastel e acrílico. Ultimamente tem optado mais pelo acrílico e técnicas mistas (colagens e texturas).Membro da Associação Arte à Vista, tem participado em várias exposições colectivas e individuais, encontrando-se as suas obras em colecções oficiais e particulares.Referenciado na Galeria Davincigallery- Portugal e Galeria Artmajeur-Itália.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

PAULO MEDEIROS


Óleo S/Tela
81x65
750 Tourada I
Técnica Mista S/Tela
50x60
500
Tourada II
Técnica Mista S/Tela
50x60
500
Nasceu em Moçambique em 1965. Vive em Viseu. Licenciatura em Educação Visual. Expõe individualmente pela primeira vez em 1988 (Galeria FAOJ, Viseu). Desde aí tem participado em inúmeras exposições individuais e colectivas, onde se destacam "Seulement pour les Fous", Paris; "Arte Postal", Biblioteca Municipal do Barreiro, Barreiro; "Matérias Diferentes", Galeria 4Montras, Viseu; “Diversidades”, VerArte contemporânea, Aveiro; 12ª,13ª e 14ª Exposição Internacional de Vendas Novas; Museu Abel Manta, Gouveia; Galeia O+O, Valência, Espanha; Centro de Artes, Sernancelhe; "International Tsai-Mo Totem Art Exhibition", Galeria O+O, Valência, Espanha; "1ª Exposición Internacional Dolmen de Dali" - Hotel Convención & Museu Casa de la Moneda, Madrid, Espanha; “LiberaMenteRosso” - LineaDarte - Officina Creativa, Nápoles, Itália; Galeria da Biblioteca Lourenço Pinto, Tabuaço; Galeria Hibiscus, Lisboa; 2008 International TSAI-MO ecology art exhibition, Taiwan. Foi seleccionado para a Bienal de Vila Nova de Cerveira, 2007, Bienal da Marinha Grande, 2008 e para a xvi Arte no Morrazo, colectiva de pintura e escultura, Cangas, Espanha, 2008 onde foi distinguido com uma menção honrosa. Individualmente voltou a expor na galeria da Livraria Pretexto em Viseu, "Feias, Porcas e Más" e "Se possível… sejam crianças para sempre" no Museu Municipal de Vouzela, "Invasões IN" e "Interiores" na Galeria ArteG, Viseu; “Só” Auditório Municipal Carlos Paredes, Vila Nova de Paiva. Do seu currículo constam ainda diversos prémios, destacam-se no campo da pintura e design: prémio produção artística 2003 atribuído pela revista Anim'arte; logotipo para o festival "Maré Jovem / 96", Câmara Municipal de Cascais; Logotipo para Liga Universitária de FutSal; 1º Prémio de Pintura ao ar livre, Vouzela 2003; Menção Honrosa com Distinção no 2º Concurso Nacional de Artes Plásticas, Penedono, 2005.

KIM MOLINERO

FIRE_VINHEDOS
Acrílico s/tela
81x100
2007
1.500 FIRE_ZAROLHO
Acrílico s/tela
81x100
2008
2.000
FIRE_BOCA
Acrílico s tela
81x100
2007
4.000


“Ser Artista Plástico por Paixão à Arte!”

Nasceu em Lisboa em 1954.
Exerce actividade nas áreas Financeira e Imobiliária. É Economista.
Autodidacta em Pintura. Foi Jornalista. Escreve poesia, faz fotografia e cria escultura.
Em 1970 começou a pintar aguarelas que vendia na Nazaré, Lagos e Albufeira.
Recomeçou 3 décadas depois… “com a força de uma maturidade de ideias e vontade de exprimir o que lhe vai na mente, para que a memória nunca se apague e o tributo perdure... pela arte!”
“Em arte não há pressas... apenas a criatividade e a sua forma de ver as coisas e o Mundo espelhando um poema em palavras não ditas em tela.”

Critíca
Opinião do Crítico de Arte , STEFANO IATOSTI***
" L'artista portoghese KIM MOLINERO può essere definito un astrattista lirico, per la sua evidente fede nella capacità del colore puro, prima ancora che della forma, di comunicare emozioni e sentimenti. Tuttavia l'astrazione è solo uno dei suoi campi d'intervento poiché la stessa felicità cromatica si ritrova nei suoi paesaggi, mentre nei nudi, dove la gamma si fa essenziale, domina una linea sinuosa e quasi compiaciuta nel restituire l'eleganza del corpo femminile ".
--Stefano Iatosti é: critico d'arte, laureato in filosofia, Ha pubblicato la raccolta di poesie "Il gioco dei moventi" (Pescara 1989). Si è occupato di musica contemporanea collaborando con il Freon ensemble.

Prémios
* - Outorga de COMENDADOR com o GRANDE COLAR DE OURO e COMENDA das ARTES VISUAIS, da Associação Brasileira Desenho Artes Visuais, 2007, homenagem da ABD a Artistas Plásticos. Rio Janeiro – Brasil.
* - "PREMIO INTERNAZIONALE - ARTISTA DELL'ANNO 2007" il premio "PER IL MIGLIOR ARTISTA STRANIERO all' artista portoghese: KIM MOLINERO", atríbuido por 3 associações de elevado prestígio:
UIL-UNIONE ITALIANA del LAVORO,
UNIONE NAZIONALE SCRITTORI E ARTISTI,
ASS.I.S.ART-Associazione Indipendente per lo Siviluppo delle Arti in Italia - Spezia – Itália.
* - MEDALHA OFICIAL do MÉRITO CULTURAL Fluminense de Belas Artes, 2008, Niterói - RJ - Brasil
* - MEDALHA OURO – Exposição Museu Conde de Linhares, 2007, São Cristóvão, Rio Janeiro - Brasil
* - MEDALHA PRATA - Associação Diplomados da ESG - 6º ASDEG, 2008 - Rio Janeiro - Brasil,
* - MEDALHA PRATA - Instituto Artes da URCA - "Dia Trabalho 2008", 2008 - Rio Janeiro - Brasil
* - MEDALHA PRATA - 5º Salão Artes Plásticas Meio Ambiente - Academia Meio Ambiente, 2008 - RJ, Brasil
* - MEDALHA PRATA - 6º Salão Artes Plásticas - Marinha Brasil – Escola Guerra Naval, 2008, RJ – Brasil
* - MEDALHA BRONZE – 31º Salão Bernadelli, Soc. Brasileira Belas Artes, 2007, Rio Janeiro – Brasil
* - MEDALHA BRONZE – 6º Salão Artes Plásticas Vinhedos Ass. Brasileira Sommeliers, 2007, RJ – Brasil.
* - MEDALHA BRONZE – VII Salão Escola Superior Guerra, 2007 , Rio Janeiro – Brasil
* - MEDALHA BRONZE – Instituto da Arte da Urca – A Arte do Vinho, 2007, Rio Janeiro – Brasil* - MENÇÃO HONROSA – 29º Salão da Marinha, 2007, Rio Janeiro – Brasil
* - MENÇÃO HONROSA – ADESG – Escola Superior Guerra, 2007, Rio Janeiro – Brasil
* - Medalha Oficial do Mérito Cultural Fluminense de Belas Artes, Rio Janeiro – Brasil
* - PRÉMIO DESTAQUE do Site "EQUILIBRI.ARTE" na Obra "Ardente d'amor" – Itália
* - Artmajeur SILVER Award 2007 + 2 Artmajeur SILVER Award 2008 + Artmajeur SILVER Award 2009
* - Certified Member by the Association Internationale des Artes Plastiques – UNESCO.

Exposições Individuais
2009 – Centro Cultural da Nazaré; Museu Vouzela; Biblioteca Municipal Oliveira do Bairro; Museu Regional Oliveira Azeméis; Biblioteca Municipal Nazaré; Câmara Municipal Armamar; Galeria Cine Teatro Nazaré; Sala Exposições Câmara Oliveira Bairro; Galeria Misericórdia Aveiro; Galeria Lord – Lisboa.
2008 - Museu Fundação Dionísio Pinheiro – Águeda; Biblioteca Municipal Vale Cambra; Câmara Municipal Nazaré; Galeria Charbonnade – Caldas Rainha; Galeria Adamastor – Praia Foz Arelho; Galeria Pamp – Braga; Galeria Golf Montebelo, Viseu; Galeria Café - Caldas Rainha; Galeria Turismo – Nazaré; Centro Cultural Valado Frades.
2007 - Galeria Rafael – Lisboa; Galeria Turismo – Nazaré; Centro Cultural Valado Frades; Galeria Adamastor – Praia Foz Arelho; Galeria Toa Toa – Foz Arelho; Galeria Marcianos – Foz Arelho.

Exposições Colectivas
Realizou até hoje 127 Colectivas em Portugal, EUA, Itália, Inglaterra, Espanha, Brasil, França, Alemanha, Angola.

Publicações em Livros Arte:
2007 - Calendar’t – Associação Artística Cultural Oswaldo Goeldi, S. Paulo – Brasil.
2009 – Catalogo de Las Cotizaciones 2009-2010, Casa Editrice Alba, Ferrara-Itália.
2009 – Mitos de Arte - Antologia Pintores Portugueses Contemporâneos – Museu Berardo – Lisboa – Portugal.

FRANCISCO (XESKO) SANTOS



Taurus Furibundus - Twilight Effects
50X70cm
Acrílico sobre Tela
Desde muito jovem que me dediquei às Artes e ao Desporto. Comecei a escrever aos 14 Anos e a pintar aos 16 (Aguarelas e Tinta da China) tendo, nessa altura, publicado alguns contos, poemas soltos e gravuras em várias revistas e jornais.Infelizmente, tive que parar de pintar em 1986, devido a problemas pessoais, tendo recomeçado as lides pictóricas apenas em 2002. De 1986 a 1999 estive envolvido em vários projectos musicais como técnico, músico e produtor, bem como teatrais, tendo escrito várias adaptações e duas peças originais que levei a cena. Durante esse período, floresceram novas ideias, fortemente influenciadas pela arte africana e pela vasta obra de salvador Dali.Ainda no Liceu, fui Fundador e Editor da Revista “Os Bantalas” inteiramente dedicada às Artes (Pintura, Fotografia, Prosa e Poesia) e participei num concurso de pintura cujo objectivo era a criação de um poster/autocolante comemorativo do aniversário do M.P.L.A. onde fiquei em 1º lugar. Destaquei-me largamente na prática desportiva obtendo vários títulos de Campeão Nacional, em Natação (consecutivamente de 1970 a 1980) e Xadrez (1977 e 1979). Representei o país várias vezes a nível internacional, sendo a última nos Jogos Olímpicos de Moscovo (1980).Destacado Militante da Juventude do Partido (J.M.P.L.A.) abandonei a política quando vim viver definitivamente para Portugal em 1986.Licenciei-me em Engenharia Química na Ex. União Soviética, tendo frequentado o curso como Bolsista. A nível extra curricular, tirei os cursos de: “Desenho Científico” e “Pensamento criativo no Pós-Modernismo”.Em Portugal, tirei os cursos de “Fotografia e Design Gráfico” e “Microinformática, Engenharia de Sistemas e Programação”. Em 2002 obtive o diploma do curso de “Aperfeiçoamento em Técnicas de Pintura para Retrato a Óleo”, ministrado pelo Mestre Almaia e fui convidado por ele a trabalhar no seu estúdio, onde permaneço até ao momento.Tenho vários trabalhos em locais públicos e estou representado em várias colecções oficiais e particulares em Portugal, Rússia, França, Espanha, Brasil e Angola.

RAFAEL NADALES

acrílico sobre tela
100x81
1.100
acrílico sobre tela
100x81
1.100

Nació en La Coruña, España Mencion de Honor Tec. Escultura -XI Salon Internacional de Artes Plasticas de Barcelona, 2002Exposición de esculturas en la fundación Araguaney, Santiago de Compostela, 2003.Exposición de Esculturas, pinturas dibujos a tinta y miniaturas en granito Casa de la Cultura Pintor LLorens (Sada) del 7 al 29-2003Obra finalista en el Gran Premio del 1er. Salon Internacional de pequeño formato de Barcelona, 2003Melia Maria Pita (La Coruña) Esculturas Pinturas y tintas, Marzo, 2004Equiocio, Ferrol, 2004 Esculturas en Piedra y HierroAyuntamiento de Burela, Conjunta Carlos Barcon Pintura, Nadales Escultura Edf. Liceo, (Betanzos)2004Galería Artitude, Villa Suiza distrito 15 París (Francia) 2002Salón de Otoño de Barcelona.2002Concurso de escultura de A Guardia, Pontevedra 2.002Galeria Artitude de París en Barcelona, primavera 2.003.2º Premio Bienal de Burela, 2004 (Lugo)Mencion de Honor en Escutura ,XI salon Internacional de artes Plasticas deBarcelona,2002Obra finalista (Escultura) al gran premio l er. Salon Internacional de pequeño formato Barcelona, 2003Obras de pintura y escultura seleccionadas el premeiam arte en el Morrazo (Pontevedra, 2004)Claustro de Ortigueira pintura y Escultura, del, 17 al 5 de Agosto, 2004Ayuntamiento de Burela, Agosto, 2004En el año 2002, forma un grupo de trabajo con el pintor Laureano Quesada Jiménez realizando exposiciones conjuntas en Ferrol y Ortigueira. Y colectivas en Coruña, estando previstas las realizaciones de otras en próximas fechas.En el año 2003, conoce A d. Jose Maria Kaydeda , Escultor , Pintor, Escritor etc. Al que le une una gran amistad y al que azmira por su gran Umanidad.Nació en La Coruña, EspañaMencion de Honor Tec. Escultura -XI Salon Internacional de Artes Plasticas de Barcelona, 2002Exposición de esculturas en la fundación Araguaney, Santiago de Compostela, 2003.Exposición de Esculturas, pinturas dibujos a tinta y miniaturas en granito Casa de la Cultura Pintor LLorens (Sada) del 7 al 29-2003Obra finalista en el Gran Premio del 1er. Salon Internacional de pequeño formato de Barcelona, 2003Melia Maria Pita (La Coruña) Esculturas Pinturas y tintas, Marzo, 2004Equiocio, Ferrol, 2004 Esculturas en Piedra y HierroAyuntamiento de Burela, Conjunta Carlos Barcon Pintura, Nadales Escultura Edf. Liceo, (Betanzos)2004Galería Artitude, Villa Suiza distrito 15 París (Francia) 2002Salón de Otoño de Barcelona.2002Concurso de escultura de A Guardia, Pontevedra 2.002Galeria Artitude de París en Barcelona, primavera 2.003.2º Premio Bienal de Burela, 2004 (Lugo)Mencion de Honor en Escutura ,XI salon Internacional de artes Plasticas deBarcelona,2002Obra finalista (Escultura) al gran premio l er. Salon Internacional de pequeño formato Barcelona, 2003Obras de pintura y escultura seleccionadas el premeiam arte en el Morrazo (Pontevedra, 2004)Claustro de Ortigueira pintura y Escultura, del, 17 al 5 de Agosto, 2004Ayuntamiento de Burela, Agosto, 2004En el año 2002, forma un grupo de trabajo con el pintor Laureano Quesada Jiménez realizando exposiciones conjuntas en Ferrol y Ortigueira. Y colectivas en Coruña, estando previstas las realizaciones de otras en próximas fechas.En el año 2003, conoce A d. Jose Maria Kaydeda , Escultor , Pintor, Escritor etc. Al que le une una gran amistad y al que azmira por su gran Umanidad.Viajes de estudios y culturalesA los principales museos y galerias de Brasil, Alemania, Holanda. Colombia. Reino Unido, Suiza, Francia, Portugal, Túnez, etc..

LOPES DE SOUSA


TOURADA
ÓLEO SOBRE TELA
73x60
1994
2.500




Natural de Aveiro


Licenciado em artes


Dedica-se exclusivamente á pintura e escultura


Fundador e sócio da associação Cultural dos Artistas de Esgueira-Aveiro


Sócio e artista-Aveiro Arte


Presidente e sócio da ANAP-Associação Nacional Artistas Portugueses Zona Centro(Aveiro). Exposições Individuais
1999-Museu Teixeira Lopes-Vila Nova de Gaia
2000-Centro Congressos de Aveiro
2000-25 anos de Pintura-Galeria Santo António-Aveiro
2001-Centro Unesco-Porto-Fundação Eng.António de Almeida 2002-Museu de Vouzela 2003-Turismo de Leiria 2004-Fundação Eng. de Almeida-Porto 2005-30 Anos na Arte-Galeria Morgados da Pedricosa-Aveiro 2006-Gallery Twenty Four-Berlim 2007-Galeria IMCA-Instituto Municipal de Cultura y Arte-Cidades de Maracaivo, barquisimeto e Valencia-Venezuela 2007-Galeria-Maria Grazia Frassetto-Itália 2008-Galeria de Arte-Santa Casa da Mesiricórdia de Aveiro 2008-Galeria IMCA-Instituto Municipal de Cultura y Arte-Cidades Valencia, barquisimeto, e Valera-Venezuela 2008-Galeria Almedina-Coimbra 2008-Galeria Paços do Concelho de Aveiro 2008-Galeria golf montebelo 2009-Galeria Paços do Concelho de Águeda 2009-Galeria de Arte da Santa Casa da Mesiricórdia de Aveiro 2009-Galeria de Arte dos Paços do concelho de O.do Bairro 2009-biblioteca de Oliveira do Bairro Últimas Exposições Colectivas 1989-Selecionado"Capelas de Aveiro"1994-Selecionado para Exposição Realizada pela Camara Municipal de Aveiro na Cidade de Arcachon-França 2001-Cultura Aberta-Porto 2001-Galeria da Restauração2002-Museu da República-Aveiro Arte-Aveiro 2003-4º-Prémio Amadeo Souza Cardoso-Amarante 2003-Exposição Anual da ANAP-Associação Nacional dos Artistas Portugueses-Guarda 2004-Exposição Anual Aveiro Arte-Centro de Congressos de Aveiro2004-Exposição de Pintura "EURO 2004"-Aveiro Arte-Galeria Morgados da Pedricosa 2004-Exposição de pintura-Aveiro Arte-Museu da República-Aveiro 2004-1ª-Exposição Internacional de Pintura-RI-Lisboa-ANAP 2005-Colectiva de Pintura na Galeria Verarte,com os pintores,Júlio Pomar,Júlio Resende,Noronha da Costa,entre outros2005-XI-Bienal Internacional-Vendas Novas 2005-Colectiva na Galeria OPART,com os pintores,Cutileiro,Silva Plmeira,Mário Portugal e entre outros2006-Salão de Arte Postal-Sala Luís de Camões-S.Paulo-Brasil 2006-v Congresso Nacional dos Artistas plásticos-Medalha Alentejo 2007-III Salao da miniatura-ABAS-Associação Paulista Belas Artes-S.Paulo2007-Paisagem Urbana Hoje,com os pintores,Carlos Lança,Abreu Pessegueiro,Edgar Silva entre outros2007-Galeria Adamastor-Foz do Arelho 2007-Academia de Belas Artes de Santa Ana-S.Paulo-Brasil 2008-Exposição Palcos Cruzados-Vale de Cambra2009-Galeria sala aberta-Muro-Maiorca-Espanha2009-ExpoArt" S.Molinero-Artes plásticas e cultura no mundo-Museu etnográfico de Mira2009-2ª ExpoArt's-09-Galeria posto de turismo da Nazaré 2009-Artmixt'09-aveiro contemporânea-galeria da santa casa da misericórdia de aveiro 2009-Tripart'09-Internacional-centro cultural da Nazaré 2009-Olibart'09-Internacional-Galeria Municipal de oliveira do Bairro Representações Museu Teixeira Lopes,Centro Unesco-Porto,Embaixada em Bruxelas,Museu de Vouzela,Museu Regionalde O.de Azemeis,O Primeiro de janeiro-Porto e Coimbra,Galeria sol Verde-casino de Espinho,FundaçãoDionisio Pinheiro,Associação Comercial de Aveiro,C.M.de Agueda,C.M.da Murtosa,C.M.de Ilhavo,Caves Sandeman-Vila Nova de Gaia,Auditório Mirita Casimiro-Viseu,Galeria Rainha dona Amélia-S.Pedro do sul,C.M.O.DE Azemeis,Turismo de Leiria,bem como em inúmeras colecções particulares em;Portugal,Alemanha,Aústria,Bélgica,Brasil,E.U.A.,França,Holanda,Suíça,Espanha e Venuzuela.Colecção particular,Don Duarte-Duque de Bragança-Portugal Factos 1986-Exposição na 1ª-página do jornal "o primeiro de janeiro"edição de 8 de outubro1999-Premiado na feira internacional na Alemanha-designer2000-Intervenção no programa da televisão Portuguesa "REGIÕES"canal sic paraceleberação de 25 anos de pinturaIlustração em livros de vários autores portuguesesPrémio de prata da galeria artmageur-FrançaViagem de estudo á Venezuela durante quatro meses,onde realizou várias exposições depintura em diversos estados da VenezuelaMenção honrosa-academia de belas artes de santa ana(s.paulo-brasil)2008-colectiva de pintores venezuelanos na galeria imca-institúto municipal de cultura y artecidade de barquisimeto-venezuela-prémio de prata-2º prémio2009-Menção honrosa-Grau platina-1º prémio2009-Menção honrosa-Grau prata-3º prémio
O humaníssimo olhar de um pintor Aveirense
Lopes de Sousa é autor de uma rica paleta de cores,de sons e de formas;de uma paleta de afectos,de memórias e de sonhos.O seu olhar arguto,a sua sensibilidade salina ea sua técnica milenar de artesão,dão-lhe a originilidade,o perfume e a poesia que habitam os seus trabalhos,especialmente os dos últimos anos,porque mais autênticosmais maduros,mais seus.Lopes de Sousa nasceu em Aveiro.E isso sente-se nas cores intensas,nas tranparências e nos revérberosmágicos que bebeu no seu espaço aberto da nossa cidade,na luz brumosa e única da nossa ria.Mas a sua pintura não se encerra na estreiteza dogmática de um qualquer discurso regionalista,porque estámatricialmente marcada por uma profunda humanidade.
Dr.Manuel Ferreira Rodrigues,lic.em belas artes
"Lopes de Sousa tem desde sempre assumido um rosto observador.Não no panorama das artes plásticas,nem da criatividade,onde tem sido um "fazedor" de coisas belas,mas observador do real e do que está para alémdele.A beleza do quotidiano anda de mãos dadas com as suas criações,surgindo de uma forma espontãnea,ainda que,obedecendo a uma técnica e a um rigor que,sem dúvida,domina.A sua pintura tem seguido umalinha evolutiva constante,ao sabor do poder imaginativo do autor,e da crescente aprovação do seu público,que é hoje uma realidade.Ainda no âmbito desta reflexão,que já vai sendo longa,toma-se imperioso sublinhar que,olhar aobra deste artista é concluir:se numa primeira visão somos supreendidos pela vivacidade e pelo atrevimento,numa segunda visão somos conquistados pela capacidade que tem de nos envolver e de nos emocionar..."

Dra.Ana Margarida Silva Boaventura Figueiredo,lic.em belas artes

CONSTÂNCIA NERY


"Os Jóvens Guardadores dos Touros"
40X050
óleo sobre tela
2.500



Boi Bumbá "Encarnado" - Brasil
óleo sobre tela
50X60
4.000

A mulher que botou ordem no caos Poucas pessoas conseguiram o que ela conseguiu. Não é pouco. Ela transformou o que é complexo em mágica simples. Botou ordem no caos. Se ela fosse apenas uma dona de casa, poderia dizer que seguiu uma receita, como quem faz um bolo ou um manjar. Uma pitada de intuição, duzentas colheres de talento. Mas essa simplificação, sem trocadilho com a imensidade do que é simples, se recusa a definir o que essa mulher é. Talvez tudo começasse em Ipiguá, lugarejo meio perdido no mapa brasileiro e invisível no mapa mundi. Quem sabe tudo viesse à tona em São Paulo, onde se viu obrigada a mesclar, como em uma receita nada doméstica, a guerreira publicitária e a fazedora de mágicas visuais. Tantas eram as imagens que vinham da infância e das manifestações do folclore que ela vivenciou e que, estudando, nelas se aprofundou, que já não lhe bastava a conquista de clientes nacionais e multinacionais em sua agência de propaganda. O cérebro fez cócegas, a mão se inquietou. O coração fez todo o resto. Foram circos, quermesses, foram festas do povo, foi todo um mundo que desfilou ante seus olhos e, felizmente, diante de tantos privilegiados. Colegas de trabalho, amigos, galerias de arte. O que é botar ordem no caos? Não tenho a resposta que a ela pertence. Entendo que esse caos é a múltipla e, aos nossos olhos comuns, desordenada explosão de atos e movimentos de gente de carne e osso em seu dia-a-dia, no trabalho, nas comemorações. Momentos praticamente impossíveis de captar. Então essa mulher pegou o pincel como quem arremata a batuta de um maestro. E aquelas visões que a nós pareciam a extrema confusão de idas e vindas, de gestos e posturas, de olhares e de meneios, passaram a ser flagrantes do que a vida esconde de quem não possui extremada visão. Mas que, para ela, estavam cristalizadas em um toque de tinta, em uma cor e um tom que retiram véus. Mais que tudo: nada estava congelado. Ao contrário, pulsava com as sístoles e diástoles do coração. Essa mulher um dia deu um beijo em São Paulo e foi abraçar Curitiba. E, depois de conquistar a capital do Paraná com sua magia, acaba de fazer outra prestidigitação. Arrumou uma moldura portuguesa, junto com o marido José Cássio Mello, entrou dentro dela e aí ela está, ao encontro da Pátria-mãe dos brasileiros. Nos braços dessa terra, ela certamente vai encontrar e reencontrar as matrizes que deram ao Brasil o idioma, os costumes, o folclore e aquele jeito de ser que forma uma ponte, mágica mais uma vez, entre dois povos verdadeiramente irmãos. O nome da mulher que botou ordem no caos não poderia ser outro.É Constância Nery.


José Angelo Potiens
poeta, escritor e publicitário - São Paulo - Brasil



A festa do boi de Parintins
Durante os três dias de festival, os bois Garantido e Caprichoso revezam por cerca de três horas na arena do bumbódromo. São 3.500 representantes de cada lado. A apresentação se baseia na tradicional história do boi-bumbá, sendo a apoteose a morte do boi. Mas diferente dos bois de outros estados brasileiros, as fantasias, o tema das músicas e as coreografias têm forte influência indígena. O curandeiro que salva o boi é um pajé, as roupas dos participantes contam com cocares, penas e pinturas estilizadas no corpo.
Os blocos também mostram aspectos genuínos da cultura amazônica. Aparecem caçadores, caciques, regatões, canoas, misturando passado e presente, além das lendas amazônicas como a cobra grande, o boto, a matinta-pereira. Também é possível, por exemplo, ver temas de grande atualidade como as crianças que remam em suas canoas para pedir esmola aos passageiros dos grandes barcos que cruzam o rio Amazonas ou a figura do líder dos seringueiros Chico Mendes, assassinado no Acre em 1988.

A fábula do boi
As várias festas de boi-bumbá no Brasil recriam uma fábula rural. É a história de pai Francisco e mãe Catrina. Grávida, mãe Catrina tem desejo de comer língua de boi. Mas não de qualquer um, tem que ser do melhor boi da região. Assim, pai Francisco acaba arrancando a língua do melhor boi do seu patrão, que acaba morrendo. Furioso, o patrão vai atrás de Francisco e o prende. Um curandeiro ou padre ou médico ou pajé é chamado para salvar o boi. Com o boi curado e vivo, o patrão acaba perdoando Francisco.


Como no carnaval, o boi tem uma porta-estandarte que leva a bandeira da agremiação. Há também o levantador de toadas que faz o mesmo papel do puxador do samba-enredo. A batucada, equivalente a bateria das escolas de samba, conta com 400 integrantes com muita percussão.

CASSIO MELLO

"Puxada da Rede - Ericeira"
óleo sobre tela
50x70
4.000

"Duas forças"
óleo sobre tela
60x90
4.500

"O poder da Liberdade"
óleo sobre tela
70x50 cm
3.500

Cassio Mello é um artista que se dedica há 40 ao aspecto mais belo da natureza: A VIDA. Pesquisa e traz para suas telas a beleza, a força e a liberdade da vida selvagem.Especialista em arte equestre, o artista nascido na cidade de São Paulo, revelou-se excente ilustrador de publicidade na década de 60. Até 1974 dirigiu sua própria empresa de propaganda, passando a dedicar-se, então, à pintura de animais, tema que o consagrou como o mais importante artista da América do Sul.Suas inúmeras obras estão inseridas nos acervos do Jockey Club do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Curitiba-PR, cidade que possui também obras do artista na Câmara Municipal, no Colégio Militar, na Polícia Militar, na Universidade Federal do Paraná. Cassio Mello recebeu troféus e medalhas de salões de arte realizados em São Paulo, na França (Medalha de Ouro no Centro George Pompidou em 1984) e Portugal (Medalha de Prata no Salão Espelho D´Àgua em Lisboa, 1985). Possui suas obras incluidas nos livros "Arte e Gastronomia do Paraná", "Agenda do Tombamento Histórico do Paraná", "Pintores Contemporâneos do Paraná", editados pelo Solar do Rosário e nos livros "Anuário CCCC - Ministério da Agricultura-1977", "O turf no Rio de Janeiro" e "150 anos do Jockey Club de São Paulo".O cavalo é retratado pelo artista com competência e dedicação em todas as modalidades: competição, esporte, criação, trabalho, estimação, passeio. O incentivo para criar e produzir sua obra, retratando o belo e nobre animal, das diversas raças, o artista recebe dos mais ilustres criadores, proprietários e admiradores do cavalo de raça.- Retratou 13 animais reprodutores para o Posto de Monta de Campinas - SP, Brasil.- Possui obras no acervo da Sede Social (Centro) do Jockey Club de São Paulo, Brasil.- Retratou Mossoró, primeiro vencedor do GPBrasil de 1933.- Aparece em 13 verbetes no livro "150 anos do Jockey Club de São Paulo"- Possui mais de 10 obras inseridas no livro "O turf no Rio de Janeiro".- Capas de Revistas: "Puro Sangue Inglês", "Turf e Fomento" "Quarter Horse", "Appaloosa", "Árabe".- Painel Comemorativo dos 150 anos da Polícia Militar do Paraná, Brasil.- Painel Comemorativo no Colégio Militar de Curitiba, Paraná, Brasil.Atualmente vivendo na cidade do Porto, Portugal, Cassio Mello sente-se honrado pelo reconhecimento ao seu trabalho, no Brasil e no exterior.


GALIA BLANCO

"Amanece, que no es poco"
acrílico sobre tela
90 x 90 cm
1.120


"Recuerda"

acrílico sobre tela
90 x 70 cm
700

Galia Blanco comenzó a pintar muy pronto. A los 13 años expuso por primera vez. Licenciada en Periodismo, ha publicado numerosas críticas de arte en el Diario El Mundo Galicia, El Mundo del Siglo XXI, y en la revista Galicia, entre otras y fue directora de Comunicación de la Fundación Eugenio Granell.Galia se crió entre artistas. Músicos, pintores, cineastas... eran familia, amigos y visitas habituales. Hija de la primera generación de divorciados de España, tras cuarenta años de dictadura, se crió con su madre, sin televisión, y jugando con los adultos a hacer cadáveres exquisitos o publicar revistas inviables aunque llenas de entusiasmo. Desde niña hizo pequeños trabajos en cine (protagoniza un corto con 8 años), teatro, talleres de videocreación... y publicó poemas y relatos, siempre alentada por un ambiente creativo, que desde muy pronto y para siempre estuvo unido al artista Antón Sobral, quien le enseñó nuevas formas de disfrutar del arte y puso nombre y teoría a lo que ella había intuído.Participó en varias exposiciones colectivas e hizo algunas individuales, la primera en el Hispano 20 en Santiago, a los 16 años, después en el Ateneo de Ourense y la Casa da Cultura de Pontevedra, en 2003. En 2007 expuso en el Centro Social Caixanova, en Vigo y participó en el II Certamen de Artes Plásticas de Navacerrada. Tiene obra en la Colección Caixanova.Hasta el 30 de diciembre de 2008 expone en la Casa de Galicia en Madrid.

MARCIAL ORTIZ

CITE DE FRENTE
óleo sobre tábua
34x26


Marcial Ortiz nasceu na Corunha.Aos treze anos ingressou na Escola De Artes e Ofícios dessa cidade para cursar Belas-artes.Foi discípulo de Luis Quintas Goyanes.A primeira vez que mostrou uma obra em público de forma individual, foi aos quinze anos na taverna em que estava sediado o Círculo Taurino Corunhês.

MIGUEL ZELADA

CURRO ROMERO
óleo sobre tela
100x81cm
1.000



Nasce en la Coruña, em 1942
Aínda que coruñés de nacemento, a súa nenez e mocidade transcorreu en Madrid, onde se licenciou na Facultade de Ciencias Económicas. Volveu á súa cidade natal en 1966 e asistiu a clases de debuxo e pintura na Escola de Artes e Oficios da urbe herculina, aínda que se considera autodidacta.Empezou a expoñer en 1976, na Coruña, e logo estendeu as súas mostras ás diferentes cidades de Galicia, a Asturias e León. A súa consagración chégalle coa mostra que realiza en Madrid na sala Kandinsky en 1980, ano no que tamén está presente nas colectivas que organiza Caixavigo co gallo do centenario da institución.Na obra de Zelada hai unha forte influencia do cubismo rítmico e do simultaneísmo dos chamados por Eugenio d´Ors "de entreguerras". A súa expresión é dinámica, vibrante, absolutamente viva. Debuxante moi seguro, realiza complexas composicións nas que a visión da realidade se simplifica e se fai complexa, aínda que pareza paradóxico, de maneira que o resultado é unha visión coma de caleidoscopio, en xogo de luces e reflexos, ditos en azuis, rosas, carmíns e verdes, de intención moi lírica.Esta pintura, desprovista de cargas ideolóxicas e, por suposto, allea ó informalismo é , sen embargo, considerablemente abstractiva. Nalgúns momentos cabe emparentala coa do marinense sudamericanizado José Solla, se ben Zelada é moito máis barroco. Trátase dun decorativismo trascendido a categoría estética. Quizais hai nel un muralista nato,incapaz de deixar un espacio sen tratamento plástico, aínda que saiba dosificar moi ben os elementos para que non se dea a heteroxeneidade que confunde.O mundo do mar ten neste artista herculino unha referencia constante. Os portos, os barcos, os mariñeiros atoparon na súa leda, multicromática obra unha feliz e moi persoal interpretación.A pintura de Miguel Zelada está moi ben elaborada. Baséase en equilibrados ritmos de liñas, coma se redes imaxinarias sostivesen as súas figuracións insinuadas. Achégase frecuentemente ós temas do mar. As súas paisaxes de portos, con barcos, en azuis, pratas e rosas son dunha auténtica delicia. A súa obra figura en museos de Galicia e en coleccións institucionais.
Exposiciones Individuales
Galería Ceibe. la Coruña. 1976
Caja de Ahorros de Vigo. Vigo. 1977
Galería Ceibe. La Coruña. 1978
Galería Kandinsky. Madrid. 1978
Museum Centro D`Art. ferrol. 1980
Galería NOvecento. Vigo. 1981
Cámara de Comercio de La Coruña. 1981
Galería Kandinsky. Madrid. 1983
Galería Artelancia. León. 1987
Galería Artelancia. León. 1992
Galería Artelancia. Oviedo. 1992
Galería Recoletos. madrid. 1993
Galería Atlántica. La Coruña. 1994
Galería Atlántica. La Coruña. 1996
Casa de Galicia. Xunta de Galicia. Madrid. 1997
Galería Paloma Pintos. Santiago de Compostela. 1998
Centro Colón. Madrid. 2000
Galería Altea. Madrid. 2002
Galería Artelancia. León. 2002
Galería Altea. Madrid. 2004
Galería Artelacia. León. 2005
Panaderas Galería de Arte. Grupo Bankcredito. La Coruña. 2006
Galería Altea. Madrid. 2006
BIBLIOGRAFÍA
AA.VV.: Miguel Zelada. Atlántica. A Coruña, 1994. Fragmentos críticos de Alfonso Abelenda, Domingo García Sabell, Camilo José Cela, Xavier Cosata Clavell, Victoriano Crémer.
ABELENDA, A:: La luz de la xiada. Recoletos. Madrid. 1993. // Atlántica. Coruña, 1994.
CARUNCHO, L.: Zelada. Casa de Galicia. Madrid, 1997.
CELA, C. J.: Zelada. Atlántica. Coruña, 1994. // Casa de Galicia. madrid, 1997.
GARCÍA SABELL, D.: Zelada. la Galería Novecento. Vigo, 1981. // ArteLancia. León, 1992.
MARTÍNEZ CEREZO, A.: Diccionario de pintores españoles. II mitad del siglo XX. Época. Madrid, 1997.
MON, F.: Miguel Zelada. Kandinsky. Madrid, 1980.
NIEVES, C.: Miguel Zelada. Atlántica. Coruña, 1996.

À guiza de homenagem...
Curro, um caso
De Sevilha obsessão
Irredutível paixão.
Para o bom gosto
Um capricho.
Que empaque
Que marcheria
Que duende
Quando os aromas destapa
E as arenas inebria.
Curro. Jovem. Maduro. Velho
Sempre Curro toureiro
Toureiro por carisma
Curro dos medos
Que cheira em toiros maus
Os seus segredosCurro real,
Curro mito
Com salsa e com toureria
Toureiro bendito.
Nada deixa indiferente
Se uns o aplaudem
Em estentórea gritaria –
Romero, Romero, Romero
Outros, tão só vociferam com esmero.
Curro, tantos anos de toureio
E sem perder a inocência
Curro, um caso.
Do toureio a essência.
Domingos da Costa Xavier

GABRIELUX


SOLO UN SUSTO
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PRECISIÓN
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NOMBRE: Gabriel Sánchez Muñoz
SEUDONIMO: Gabrielux
FECHA DE NACIMIENTO: 11 de Noviembre de 1958
PROFESIÓN: Gerente de empresa
POBLACIÓN: Pedrezuela - Madrid

Músico y fotógrafo.

EXPERIENCIA: En la revista que se edita en la zona norte de Madrid PAGINA-1, galardonada esta en Mayo de 2008 con varios premios por la AEEPP, (Asociación de editores de prensa en España), en redacción, desde la número 0 (Mayo 2005) hasta la número 12 (Septiembre 2008), colaboración en búsqueda y redacción de reportajes a personajes de la zona (SEMBLANZA), fotografía con Griñon de la portada doble en la nº 9 (Diciembre de 2007), composición y publicación del villancico de la revista Navidades 2007, publicación de poemas………………..

Presentación en concursos de fotografía, seleccionándolas para exposiciones en la casa de cultura y el Hotel La Parada del Rey de Miraflores de la Sierra, la casa de cultura de San Agustín del Guadalix y en el Café del Arte y la Comedia de Pedrezuela.

Exposición de fotografía en grupo con pintores (Griñon, Berrutti y Charo Villa), fotógrafa (Rosaura) y el escultor (Jesús Primo) en la sala S. Morillo de Villavieja del Lozoya del 31/01/2009 al 01/03/2009.

Exposición internacional de fotografía, pintura y escultura en la sala S. MORILLO de Julio a Septiembre de 2009.

ÁNGELES JORRETO

PRE-DESTINADO?
Tecnica :Mixta s/lienzo
100x100 cm
2009
2.200

Ángeles Jorreto nació y estudio en Ourense donde vivió hasta 1965. Ya durante este periodo, su inclinación artística marcaría sus preferencias formativas, siguiendo modelos de familiares relacionados con la pintura, escultura y arquitectura.

En esta fecha se traslada a Vigo e intensifica su dedicación a las artes plásticas, pasados años de formación autodidacta comienza su etapa de exposiciones, en la que continua en la actualidad.
Es miembro fundadora de la Asociación de Artistas Plasticos gallegos ARGA
Fue vicepresidenta de la asociación de pintores Alterarte con sede en Vigo
Su obra forma parte de colecciones publicas, concellos, entidades bancarias ,diputaciones . Privadas en diversos países.

EXPOSICIONES
Xl Exposición internacional de Acuarela –Segovia 2009
Carrusel du Louvre. Paris en 2008
Galería Tribes New York. Kunstmesse.Salzburgo en 2008
Open Art Fair. Utrecht .Holanda en 2008
Art Innsbruck .Austria en 2008
Lll Certame de Pintura Arte Nova Galega –Premiada -2008
Ruta del Arte. Castelló de Ampurias. Girona en 2008
Galería Geraldez da Silva.O Porto en 2008
Encontro coa Pintura e a Poesía Culleredo, A Coruña en 2008
Sala Xosé Rey. Muíños Acea Ama . A Coruña en 2008
Sala Aurelio Aguirre-Club del Mar. A Coruña en 2008
Galería Toronto Barcelona en 2007
III Encontro coa Pintura e a Poesía Pazo de Mariñán, A Coruña en 2007
Encontro coa Arte. Brión, Santiago en 2007-2006
ARTnatura ADEGA. Santiago de Compostela en 2007
II Certame de Pintura Arte Xove Galega en 2007
Nauta Sanxenxo . Pontevedra en 2007
Puro Arte Feria Internacional de Arte IFEVI. Vigo en 2007 -2006
Certamen Artes Plásticas Arga. A Coruña en 2007
Certamen Artes Plásticas Arga .Bayona.Pontevedra 2007
Artz-Zaragoza Feria Internacinal de Arte. Zaragoza 2007
Alterarte Feria de Artes Plasticas. Vigo 2007
Volvo Ocean Race. Nauta Sanxenxo . Pontevedra en 2005
Expo Miscelanea Arga . Santiago de Compostela en 2005
Galería Sargadelos. Ourense en 2005
Asociación de Artistas de La Coruña en 2005
Liceo Casino. Villagarcía de Arosa. Pontevedra en 2005
Galería de Arte A Tecedeira. La Coruña en 2005
Hostal Reyes Católicos Santiago de Compostela en 2004-2002
Galería Sargadelos Vigo en 2004
Facetas Sala exposiciones ARGA Santiago en 2004
Galería de Arte A Tecedeira . A Coruña en 2004
Caixa Galicia Simposio Nacional de Acuarela. Santiago de Compostela en 2004
A Fábrica. Allariz –Ourense en 2003
Espacio Arte Ficomat. Silleda. Pontevedra en 2003
Raizames Sala Arga. Santiago de Compostela en 2002
Parador de Turismo de Tuy . Pontevedra en 2002
Sustancia y Matices Edificio Simeón. Diputación de Ourense en 2001
Sala Digamel I.B. Carril. Pontevedra en 2001
Sala Teucro, Consellería de Cultura. Pontevedra en 2000
Feria Mercado de los Artistas. Madrid en 1998-2000
Artistas Españoles San Pablo Converso.Milan Italia en 2000
Feria Gravado y Dibujo Conselleria de Cultura Pontevedra en 2000
Feria Gravado y Dibujo Conselleria de Cultura. Vigo en 2000
Feria Internacional. Bilbao en 1999
Encontro de Outono. Pintura Rápida. Santiago en 1999
Museo Municipal Arte Sida. Ourense en 1998
TuriarteFeriaInternacionaldeGalicia.Silleda Pontevedra en 1996
Galería Volter Ourense en 1996-1994
Sala de Arte Caixavigo en 1996
Ateneo Santa Cecilia. Marín .Pontevedra en1994
Artespaña. Vigo en 1992
Caixa Ourense, Barco de Valedeorras . Ourense en 1992
Caja Ahorros Municipal de Pontevedra en 1991
Certamen de Pintura Puerto de Vigo en 1991
Certamen Ademar. ChampagnatVigo en1990
Caja de Ahorros Municipal de Vigo en 1990
Sala Perille. Ourense1989


BIBLIOGRAFÍA
Gran Enciclopedia Gallega – Apéndice 39
Catalogo XI Exposición internacional de Acuarela. European Confederación of Watercolour Societies
Guías Culturáis “Artistas de Galicia” tomo 25, Xunta de Galicia.
Catalogo de Arte II Feria de Artistas Plásticos Gallegos. Edita Xunta de Galicia , Conselleria de Cultua
Catalogo 11 Internationale Kunstmesse
Catalogo ARTnatura 2007
Catalogo Puro Arte 2006-2007
Catalogo Encontro coa Arte Lembrando a Cunqueiro
Catalogo Encontro coa Arte Lembrando a Rosalia
Catalogo Open Art Fair
Catalogo O MAR . Edita Arga
Catalogo Turiarte 98. Feria Internacional de Galicia .
Catalogo “Exposición Nacional de Acuarela Santiago 2004
V Feria Artes Plásticas RENFE-Vigo. 1998
Diseño Interior
Arquitectura y Diseño
Ruta de L’ART. Castelló de Ampúries-Girona
Catalogos Artistas Plasticos Galegos del I al VIII

EN LA WEB
www.angelesjorreto.com
www.arga.es
www.galiciadigital.com,
http://artec.depourense.es/
http://www.culturagalega.info/

ROSAURA SERRANO SIERRA

Desbocado
TÉCNICA: Digital S. Lienzo
50 x 75

500

ALTERNATIVA
TÉCNICA: Digital S. Lienzo
50 x 75

500

Aquella tarde
TÉCNICA: Digital S. Lienzo
75x 60
600

Rosaura

Su vocación por la fotografía, despierta en la madurez. Durante los últimos años ha participado con su obra en diversos concursos certámenes y encuentros artísticos, por toda LA geografía española.
Obteniendo el reconocimiento de crítica especializada y público.
Empieza con la fotografía química obteniendo resultados de gran calidad tanto en blanco y negro como en color. : destaca con sus composiciones artísticas y sorprende con la fotografía digital consiguiendo trabajos realmente buenos, y de una calidad plástica que en muchas ocasiones se llegan a confundir con obras pictóricas; el dibujo y el color son manipulados de tal forma que Rosaura nos conduce por un mundo de fantasía, dentro del largo recorrido que inicia en la técnica de la fotografía.
Sigue incansable trabajando en la investigación de nuevas composiciones en su residencia de Villavieja del Lozoya. Madrid

Exposiciones Colectivas:

2002: Torre Vella, Salou (Tarragona).

2003: ENCONTRARTE Centro Villa San Roque, La Cabrera (Madrid).

2005: Centro cultural, Llanes (Asturias).

2006: Centro Internacional de arte, Séjour (Paris).

2006: Centro de humanidades Cardenal Gonzaga, La Cabrera (Madrid).

2007: Exposición al aire libre pintura escultura y fotografía, Villavieja del Lozoya.

2007: I .Fin de semana fotográfico Sierra de Madrid, Miraflores de la Sierra 2º Premio.

2007 Cultural Martín Chirino , San Sebastián de los Reyes(Madrid)
2008 Casa de la Moneda (Madrid)
2009 Palacio de la Audiencia de Soria

2009 Sala Morillo

JOSÉ GONZÁLEZ COLLADO

TOUREIRO
aguarela sobre papel
36x20
450
José María González Collado nasceu no Ferrol em 27 de Mayo de 1926.Estuda até aos 10 anos como aluno de Manuel Masdías. Aos 12 anos ingressa na Escola de Artes e Ofícios de Ferrol de onde saíram Bello Piñeiro, Imeldo corral, Carmelo González, Martínez Vilela, e outros vultos grandes das artes plásticas. Em 1942 conhece o pintor já consagrado Felipe Bello Piñeiro, que nesse ano foi eleito Académico de Número da Real Academia de Bellas Artes da Corunha. Aos 17 anos recebe seu primeiro prémio na Exposición de Arte, Educación Y Descanso, na Corunha (1943); aos 18 ganha o primeiro prémio na V Exposición de Arte do SEU, na Corunha concedem-lhe uma bolsa de ajuda juvenil com a qual irá estudar para Madrid. En 1944 realiza sua primeira exposição individual no Casino Ferrolano, quando somente contava 18 anos. Em 1945 desloca-se para Madrid para estudar pintura. Entretanto tem de regressar a Ferrol para cumprir o serviço militar. Depois de realizar a instrução, consegue através do escritor Camilo José Cela - que havia conhecido nas tertúlias da capital - que o enviem de novo para Madrid. Viaja pelo norte de Africa, Marrocos e Argélia, onde pinta novos temas e experimenta outras cores. Em 1957 viaja para Paris onde frequenta abundantemente museus e pintores, naquele centro mundial das últimas tendências artísticas desde o século XIX. Em 1959 volta a Madrid, e ali permanece até 1997, ano em que regressa ao Ferrol, onde monta o seu novo Estudio 46. O Ferrol concede-lhe a medalha de ouro da cidade, e é urbanizada uma praça frente a seu atelier que ficará a denominar-se Plaza de José González Collado.

CARMEN CASTRO SANTAYA

"La Terna"
31 x 79
óleo s/Tabla
1.200

"La serenidad del Valiente"
100 x 72
óleo s/tabla
2.000
"Arte y Poderío"
63 x 42
óleo s/Tabla
1.000

CARMEN SANTAYA: nace en Pontevedra, miembro de la asociación de pintores y escultores de Madrid, realiza sus estudios en la E. Bellas Artes M. Ferrero, así como cursos impartidos por los talleres del Prado por D. Jorge Pedraza y Dª Paloma Peláez entre otros, su nombre está incluido en el Diccionario de Pintores del Siglo XX Forum artis, y su obra se encuentra en diferentes museos, entidades públicas, bancos, cajas de ahorro así como colecciones particulares dentro y fuera de nuestro país.EXPOSICIONES:CC. DE BOADILLA DEL MONTE (MADRID) 1996,1997 Y 1998CC. DE MORA (TOLEDO) 1996,1997 Y 1999CLUB MOLINO DE LA HOZ (LAS ROZAS) 1997INSTITUTO NACIONAL DE ESTADÍSTICA (MADRID) 1997GALERÍA DE ARTE ZOCO BOADILLA DEL MONTE (MADRID) 1997 Y 1998GALERÍA PUERTA DE TOLEDO (MADRID) “DÍA MUNDIAL DEL PARKISÓN” 1998GALERÍA DE ARTE CASARRUBUELOS (MADRID) 1998SALA VILLASEÑOR (TORRELODONES) 1998CAJA MADRID (ARANJUEZ) 1998GALERIA PICASO (COLMENAR VIEJO) 1998CC. GALILEO (MADRID) 1998XI FERIA DE DIBUJO Y PINTURA CATALANA (1998)AYTO. SIGÜENZA (IGLESIA DE SAN ROQUE) 1998CASA DE VACAS “RETIRO” (MADRID) 1998GALERÍA VICTORIA HIDALGO (MADRID) 1998NUEVAS GALERÍAS “VICTORIA RODRIGUEZ” 1999 (MADRID)BANCO CENTRAL HISPANO 1999 (MADRID)BULEVAR DE LOS ARTISTAS (VILLAVICIOSA DE ODÓN) 1999AYUNTAMIENTO DE MADRID 2000CAJA DE AHORROS DE AVILA (ARENAS DE SAN PEDRO) 2000SALA DE EXPOSICIONES “LA LONJA” 2001GALERÍA SALA 16 2000, 2001 Y 2002GALERÍA ANA SAMARÁN 2002EXPOINAP (2002)EL JARDÍN DE LA MUSICA (ELDA) 2003EL PALACIO (BOADILLA DEL MONTE) 2003INSTITUTO NACIONAL DE ADMINISTRACIONES PÚBLICAS (2003)CASA DEL RELOJ (MADRID) 2004CAFÉ DECOR (2004)SANYRES (2004)GALERÍA INFANTAS (2004)EXPOINAP (2004)ARTE INVERSIÓN (2004)SUBASTA DE ARTE CLUB VILLA REAL (2004)CENTRO CULTURAL CHAMARTÍN (2004)GALERIA INFANTAS (2004)CASA DEL RELOJ (MADRID) 2005LA CASONA (VILLANUEVA DEL PARDILLO) 2005CENTRO CULTURAL POZUELO DE ALARCÓN 2006MUSEO ARTE CONTEMPORÁNEO DE AZUAGA 2007MUSEO DE ARTE CONTEMPORANEO MARMOLEJO 2007-09-24GALERIA ANAGMA TOKYO 2008-07-15ITINERANTE FRANCIA, ITALIA, SAN FRANCISCO, JAPON Y RUSIA. 2008/2009.OBRA EN:CAJA DE AHORROS DE AVILA (ARENAS DE SAN PEDRO)CC. TORRELODONES (MADRID)SEAT (MADRID)JARDÍN DE LA MÚSICA (ELDA)MUSEO DE ARTE CONTEMPORÁNEO (AZUAGA)MUSEO DE ARTE CONTEMPORÁNEO (MARMOLEJO)COLECCIONES PARTICULARES EN ESPAÑA, PERÚ, EE.UU. Y LUXEMBURGOBIBLIOGRAFÍA: DICCIONARIO DE PINTORES Y ESCULTORES SIGLO XXPREMIOS- FINALISTA EN LOS CERTÁMENES DE PINTURA DE BOADILLA DEL MONTE (MADRID) 1996,1998 Y 2003- FINALISTA EN LOS CERTÁMENES NACIONALES DE MORA (TOLEDO) 1997.1998 Y 1999- PRIMER PREMIO DE PINTURA DE LAS ROZAS, 1997 (MADRID)- FINALISTA EN EL CERTAMEN MINICUADROS 1998- FINALISTA EN EL IV CERTAMEN DE PINTURA Y ESCULTURA, JOSE CUBERO “EL YIYO” COLMENAR VIEJO (MADRID) 1998- FINALISTA EN EL XXXV CERTAMEN DE ARTES PLÁSTICAS “TEMA- MADRILEÑO” 1998- FINALISTA EN EL “LXV SALÓN DE OTOÑO” DE MADRID 1998- FINALISTA I PREMIO DE PINTURA FERMÍN SANTOS (SIGÜENZA) 1998- FINALISTA TEMA JARDINES (ARANJUEZ), 1998- FINALISTA EN EL VI CERTAMEN PINTURA, VILLAVICIOSA DE ODÓN” (MADRID) 1999- FINALISTA EN EL CERTAMEN NACIONAL “HOMENAJE A CARAVAGGIO” (AYUNTAMIENTO DE MADRID) 2000.- FINALISTA EN EL CERTAMEN DE ARTES PLÁSTICAS “HOMENAJE A TIZIANO” (AYUNTAMIENTO DE MADRID) 2001.FINALISTA CERTAMEN PINTURA “BOADILLA Y SU ENTORNO” 1996,1998, 2003FINALISTA CERTAMEN ARTES PLÁSTICAS TEMA SAN ISIDRO (MADRID) 2004FINALISTA PRIMER CERTAMEN NACIONAL PEQUEÑO FORMATO PREMIO SAEXMA (2004)FINALISTA CERTAMEN MINICUADROS APE. MADRID (2004)FINALISTA CERTAMEN JARDINES APE. MADRID (2005)BIBLIOGRAFÍA : DICCIONARIO DE PINTORES DEL SIGLO XXCRITICAS DE ARTE:JAVIER RUBIO ROMBLOT “REVISTA EL PUNTO DE LAS ARTES” (1999)SELA DEL POZO COLL “REVISTA EL PUNTO DE LAS ARTES” (2002)CRÍTICAS DE ARTE:CARMEN SANTAYA, PRESENTA ÓLEOS DE IMPRONTA CUBISTA, CON PLANOS TRANSPARENTES, GEOMETRÍAS SUGERIDAS Y COLORES MUY VIVOS, ASÍ COMO PAISAJES QUE RESPONDEN A ESE AFÁN DE HONESTIDAD, QUE REVELAN UNA PERSONAL CONCEPCIÓN DEL EMPASTE Y SON CUADROS SOMBRÍOS Y DENSOS, MARCADAMENTE EXPRESIONISTAS.JAVIER RUBIO NOMBLOTCRÍTICO DE ARTE.REVISTA “EL PUNTO DE LAS ARTES”.1999EL COLOR EN CARMEN, SE TRADUCE DE MANERA INDÓCIL, MEDIANTE PINCELADAS EMPASTADAS Y DIRECTAS, A VECES INTERLINEADAS EN FRANJAS DE COLORES, CUYA CUALIDAD EXPRESIVA SE IMPONE DE MANERA PURAMENTE INTUITIVA , CON PREDOMINIO DE GAMAS CÁLIDAS.MARÍA FERRERO(LDA. BELLAS ARTES)DESDE EL DÍA 17 DE MAYO PUEDEN CONTEMPLARSE EN LA GALERÍA SALA 16 DE MADRID LAS OBRAS DE CARMEN SANTAYA, ARTISTA ESPAÑOLA, CONOCIDA EN ESTA SALA CON LA QUE REPITE EXPONIENDO, TRAS HABERLO HECHO LOS DOS AÑOS ANTERIORES, CREATIVA, CON UNA CONCEPCIÓN DEL ARTE PERSONALÍSIMA Y LA INTENCIÓN DE MOSTRAR AL ESPECTADOR DE MANERA UNÍVOCA SU REALIZACIÓN.GALLEGA, DE FORMACIÓN ACADÉMICA Y MIEMBRO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE PINTORES Y ESCULTORES. HA ESCOGIDO PARA LA MUESTRA UNA SELECCIÓN DE ÓLEOS QUE ARTICULAN SINFÓNICAMENTE SU DISCURSO. SUS PALABRAS SON LAS PINCELADAS, MATÉRICAS Y CARGADAS DE EXPRESIVIDAD. LAS DISTRIBUYE EN BODEGONES DE RESABIOS CEZANNIANOS. NO RENUNCIA POR ELLO A COMPOSICIONES MÁS VERTIGINOSAS, POBLADOS DE DIAGONALES COLORISTAS Y ENCENDIDAS QUE REPRODUCEN UN PUERTO O VIGORIZAN LA FIGURA DE UN MÚSICO DE JAZZ-CELA DEL POZO COLLCRÍTICA DE ARTEREVISTA “EL PUNTO DE LAS ARTES” 2002

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